MPR recebe denúncia de coação eleitoral em eleição escolar de Itaipulândia
Na última semana, o Ministério Público recebeu uma denúncia grave relacionada à eleição para direção da Escola Municipal Carlos Gomes, em Itaipulândia. Segundo relatos, servidores com vínculos à administração municipal estariam sendo coagidos a votar na chapa apoiada diretamente pela gestão atual.
As acusações envolvem tentativa de manipulação do processo eleitoral por meio de pressões a estagiários e funcionários públicos, muitos deles sob risco de retaliações. A denúncia aponta ainda que secretários e figuras próximas ao prefeito teriam atuado diretamente nos bastidores, realizando ligações e abordagens para influenciar o voto.
Segundo informações a chapa derrotada no período eleitoral usou o prédio da escola nova para fazer campanha, o candidato assumiu o cargo de secretário de educação durante o pleito tornando desproporcional a disputa, fotos do candidato nas publicações do municipio evidenciando sua imagem principalmente no dia dos brinquedos infláveis, e ainda falaram para os alunos que iriam colocar câmeras de minotoramento sendo que já está em processo pela adm e isso nem é o diretor que faz, falaram para as crianças que iriam fazer festa junina como se nao tivesse de graça. Falaram de laboratório de informática e laboratório de ciências para a escola nova como se fosse que eles iriam fazer sendo diretores. Sem contar a campanha no portao, a pressao, entre outros absurdos... mas o pior de tudo... não aceitar a escolha da comunidade escolar!
Mesmo com essas práticas, a chapa apoiada pela administração foi derrotada nas urnas pela chapa concorrente, que fez uma campanha independente e transparente. Agora, há movimentações para tentar reverter o resultado por vias administrativas, o famoso “ganhar no tapetão”.
A população se mobiliza para que o resultado democrático seja respeitado, e que não haja perseguição à equipe eleita. A denúncia levada ao Ministério Público visa coibir essas práticas autoritárias e garantir a lisura de processos eleitorais, mesmo em ambientes escolares.
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