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Perfil fake ataca BITTENCOURT que cobra apuração em escola municipal

Perfil fake ataca BITTENCOURT que cobra apuração em escola municipal Um perfil anônimo nas redes sociais, que se apresenta como “Justiceiro do’Bem” , (com certeza alguém ligado a atual administração) voltou a atacar o responsável pelo Canal Viver, Bitencourt, após publicações que pedem a verificação e apuração de denúncias envolvendo a Escola Carlos Gomes . No post, o fake chama o comunicador de “incoerente” por, em outro momento, ter apoiado a direção da escola e agora defender que reclamações de pais e alunos sejam investigadas. A crítica parte justamente do fato de Bitencourt ter apoiado denúncias trazidas pela comunidade escolar. Em suas publicações, o Canal Viver ressalta que o apoio anterior à gestão da escola não significa “carta branca” para eventuais irregularidades, e que qualquer denúncia séria precisa ser checada pelos órgãos competentes, em respeito à transparência e ao interesse público, e que nada até o momento desabona a diretoria da escola . O ataque também reacende ...

ITAIPULÂNDIA: NOVA APREENSÃO

Uma ação conjunta entre policiais federais, policiais civis e policiais militares resultou na apreensão de uma embarcação, um veículo e aproximadamente 30 mil maços de cigarros contrabandeados, na madrugada desta quarta-feira (25/03), na área rural de Itaipulândia/PR. Por volta da 1h, equipes que realizavam diligências em vias próximas ao Lago de Itaipu identificaram uma embarcação proveniente do Paraguai se aproximando da margem brasileira, levantando suspeitas. Ao se deslocarem para o local, os policiais flagraram o momento em que a carga de cigarros era transbordada da embarcação para um veículo Fiat Fiorino, que aguardava na margem. Com a aproximação das equipes, os envolvidos fugiram para a mata, tanto o condutor da embarcação quanto os indivíduos que realizavam o carregamento do veículo, não sendo mais localizados. No local, foram apreendidos uma embarcação de aproximadamente 7 metros, equipada com motor de 25 HP, além de um automóvel Fiat Fiorino carregado com cerca de 60 caixas...

Secretário é acusado de corrupção em programa municipal (áudio)

Secretário é acusado de corrupção em programa municipal Um áudio que chegou ao Canal Viver revela uma denúncia grave envolvendo o secretário do município. De acordo com o conteúdo da conversa, a liberação de recursos de um programa municipal de fomento, que concede dinheiro com juros subsidiados, estaria sendo usada como moeda de troca para a venda de bens de interesse pessoal do próprio secretário. [1] No diálogo, um dos interlocutores afirma que o secretário condicionaria a aprovação do benefício à compra de um carro ou de ferramentas colocadas à venda. “O secretário de Indústria e Comércio aí tá liberando o dinheiro… Ele já fala: se você comprar meu carro ou coisa assim, minha ferramenta que eu tenho pra vender lá, eu libero o dinheiro . Se não, caso contrário, tu pula dessa vez”, relata a voz registrada no áudio. [1] A conversa sugere ainda que a lista de contemplados com o crédito subsidiado estaria sendo manipulada antecipadamente. Segundo o relato, “tá forte a conversa, já tá ro...

SUPOSTOS MAUS TRATOS NA CARLOS GOMES

Pais denunciam abusos contra alunos na Escola Municipal Carlos Gomes, em Itaipulândia Pais de alunos da Escola Municipal Carlos Gomes, em Itaipulândia (PR), procuraram o Canal Viver para denunciar uma série de abusos e humilhações que estariam acontecendo tanto dentro da escola quanto no transporte escolar.   De acordo com os relatos, monitoras do ônibus escolar gritam com as crianças, mandam “calar a boca” e utilizam xingamentos constantemente, impondo silêncio absoluto durante todo o trajeto. Irmãos não podem sentar juntos porque “as queridas não deixam”, afirma uma mãe, que pede para não ser identificada por medo de represálias. Enquanto conversam à vontade com o motorista, as monitoras tratam os estudantes com agressividade, atitude que contrasta com a função de zelar pela segurança e bem-estar das crianças. Segundo os pais, muitos alunos já sentem medo de entrar no ônibus e relatam se sentir “minúsculos, perto de gente que se acha superior”. Dentro da escola, as denúnci...

oposição anuncia recurso ao TRE‑PR

Após arquivamento de ação eleitoral, oposição anuncia recurso ao TRE‑PR Mesmo com áudios, vídeos e manifestações do Ministério Público pela condenação, juíza da 122ª Zona Eleitoral decidiu pela improcedência da ação contra Lindolfo, Adolfo, Cleide e Marlei; coligação promete levar caso a Curitiba. A coligação do candidato a prefeito Maico Wanderlei Gasparini confirmou na noite desta quarta‑feira que irá **recorrer** ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE‑PR) contra a sentença que arquivou a Ação de Investigação Judicial Eleitoral nº 0600465‑89.2024.6.16.0122, proposta para apurar abuso de poder econômico e compra de apoio eleitoral em Itaipulândia. [1] Na decisão assinada em 23 de março de 2026, a juíza Daniela Franco Reis e Silva, da 122ª Zona Eleitoral de São Miguel do Iguaçu, julgou improcedentes os pedidos formulados contra o prefeito Lindolfo Martins Rui, o vice Adolfo Florencio Preis, a ex‑vice‑prefeita Cleide Ines Griebeler Prates e Marlei Kaefer, determinando o arquivame...

Arquivamento de um processo não encerra investigações sobre cassação em Itaipulândia

  Arquivamento de um processo não encerra investigações sobre cassação em Itaipulândia Nos últimos dias, a ex‑prefeita Cleide publicou nas redes sociais uma imagem comemorando o arquivamento de um inquérito civil pelo Ministério Público do Paraná (MPPR), com a frase “caso arquivado”.[1] A postagem gerou dúvidas na população sobre o que, de fato, foi arquivado e quais processos ainda seguem em andamento contra o grupo político que hoje comanda a Prefeitura de Itaipulândia.[2][3][4] O que foi arquivado pelo Ministério Público O documento exibido no post é uma “promoção de arquivamento” de um inquérito civil que tramitava na área do Patrimônio Público do MPPR.[1] Esse tipo de inquérito serve para apurar possível irregularidade administrativa, como uso indevido da máquina pública, dano ao erário ou ato de improbidade.[5] No caso específico, o Ministério Público entendeu que, com as provas existentes naquele procedimento, não havia elementos suficientes para seguir com a investigação e ...