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Quando o voto vira moeda, a cidade vira refém.

ITAIPULÂNDIA PRECISA ACORDAR



Itaipulândia não sofre por falta de potencial. Sofre por falta de gestão, de planejamento e de responsabilidade com o dinheiro público. Enquanto a cidade cresce em visibilidade e recebe milhares de turistas, o básico segue abandonado.


Falta segurança para moradores e visitantes.

Falta educação de qualidade, estrutura nas escolas e valorização de quem ensina.

Falta saúde, mas sobram shows.

Falta planejamento urbano, e sobra improviso.

E sobra incompetência na gestão dos gastos públicos, com prioridades invertidas e resultados quase inexistentes.

 

Na praia o caos virou rotina. Desorganização, falta de segurança, iluminação, água nos banheiros, rede de proteção danificada, prejuízo para turistas. Uma região estratégica tratada com descaso, sem coordenação, sem autoridade e sem solução.


O mais revoltante é assistir aos paladinos da justiça, que discursam moralidade nas redes e nos palanques, mas que na campanha praticam compra de votos em associação, reuniões e velhas práticas da política que fingem combater.


Discurso bonito não tapa buraco e não combate crime.

Itaipulândia precisa acordar.

Acordar para cobrar.

Acordar para fiscalizar.

Acordar para entender que voto não é torcida,é responsabilidade.


Quando o voto vira moeda, a cidade vira refém.

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