Pais de outras escolas de Itaipulândia denunciam abusos contra crianças
Após a primeira denúncia envolvendo a Escola Municipal Carlos Gomes, novos relatos de pais de alunos de outras escolas de Itaipulândia começaram a chegar ao Canal Viver. Uma mãe, que pede para não ser identificada, relata uma série de problemas graves na escola do bairro Caramuru, especialmente em relação ao tratamento dado às crianças e ao descumprimento de direitos básicos.
Segundo essa mãe, seu filho chegou em casa todo mijado porque, na escola, não há um responsável para acompanhá‑lo ao banheiro. “Na escola ele só pode ir uma única vez ao banheiro, se precisar mais que isso não pode”, afirma. Ela lembra que, ao matricular o filho, foi avisada de que “primeiro ele não ia na escola” e que só depois seria autorizado ir ao banheiro, o que considera absurdo e humilhante para qualquer criança.
A responsável também reclama da falta de acompanhamento em sala de aula de quem realmente faz bagunça. Ela conta que já teve problemas com dois filhos, que foram muito bem elogiados por professores em outras escolas, mas agora chegam em casa dizendo que estão de castigo porque “fulano aprontou e ela levou a culpa”. Para a mãe, a direção simplesmente acredita na versão do professor, coloca os alunos no castigo e pronto, sem ouvir o outro lado.
Outro ponto grave é o tratamento rígido e, segundo ela, desrespeitoso na hora da alimentação. Crianças que derrubam comida ou fazem alguma sujeira seriam colocadas sentadas em cadeiras para “pensar” ou ficariam sem participar das atividades, sempre com medo de serem chamadas de mentirosas. A mãe denuncia que o aluno praticamente não tem voz de defesa: a palavra final é sempre da professora, e o diretor dá razão ao professor mesmo quando a criança tenta explicar.
Ela relata ainda que os filhos foram tratados como se fossem “os piores do mundo” por um pequeno incidente que acabou virando motivo de comentário na frente dos colegas e professores, causando constrangimento e afetando a autoestima das crianças. Para a mãe, está faltando diálogo, respeito e acolhimento: “Não interessa se fez ou não fez alguma coisa, o aluno é taxado de feio, errado, e o professor está sempre certo.”
A mãe critica que a escola fala em respeito e educação, mas, na prática, não garante os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, que assegura acesso ao banheiro, proteção contra constrangimentos e tratamento digno em qualquer situação. Ela questiona: “É melhor segurar a criança até fazer xixi na calça ou permitir que vá ao banheiro quando precisa?”
Diante dessas novas denúncias, o Canal Viver cobra que a direção da escola do bairro Caramuru, a Secretaria Municipal de Educação de Itaipulândia, o Conselho Tutelar e o Ministério Público apurem com seriedade os fatos, ouçam as crianças e as famílias e adotem medidas imediatas para garantir que nenhum aluno seja novamente exposto a humilhações ou tenha seus direitos básicos negados. Pais reforçam que não se trata de caso isolado e que a realidade nas escolas do município precisa ser urgentemente revista.
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